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Publicado em 21 de agosto, 2017

FIES: Como funciona o Financiamento Estudantil do Ensino Superior?

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Quem lida com gestão educacional precisa de atualizações frequentes, de modo que possa sempre oferecer as condições ideais aos seus alunos. Afinal, se o conhecimento é transformador, a modernização dos processos e tecnologias utilizadas é mais do que necessária.

O FIES (Financiamento Estudantil do Ensino Superior) é uma ferramenta importante para instituições de ensino, devido às possibilidades que pode abrir para o estudante e também para os gestores dessas organizações.

Reunimos a seguir alguns tópicos bastante esclarecedores sobre o tema. Confira!

O que é o FIES ?

O FIES é um programa de financiamento que tem o objetivo de garantir aos estudantes o acesso ao ensino superior, oferecendo melhores condições de pagamento em instituições não gratuitas. Ele foi criado em 12 de julho de 2001, a partir da lei nº 10.260, pelo Ministério da Educação. Desde então, vem desempenhando um importante papel no cenário educacional brasileiro.

A instituição de ensino que deseja se inserir no processo e ofertar vagas que poderão ser viabilizadas por meio do financiamento deve, antes de tudo, habilitar-se por meio do sistema SisFIES.

Uma vez habilitada, será possível elaborar uma proposta de oferta de vaga, na qual deverão constar alguns dados básicos, como o título e o local do curso, além do turno no qual ele será oferecido. Vale frisar que os cursos “não participantes” deverão ser classificados como tal.

Por fim, essas propostas de vagas serão submetidas à avaliação da Secretaria de Educação Superior, a Sesu.

Como funciona o pagamento do FIES?

Caso um aluno seja contemplado pelo programa, a Comissão Permanente de Supervisão e Acompanhamento (CPSA) cuidará de recolher todas as suas documentações e informações. Posteriormente, irá emiti-las por meio do SisFIES, gerando o DRI (Documento de Regularidade de Inscrição). O DRI deverá ser apresentado a um agente financiador, ou seja, um dos bancos federais (Caixa Econômica Federal ou Banco do Brasil).

Após a assinatura do contrato com o agente financeiro escolhido, o mais indicado é que as parcelas a serem geridas pela instituição de ensino sejam controladas a partir de um software de gestão escolar.

Com isso, o controle é feito de forma automatizada e as renovações são menos burocráticas. O procedimento será facilitado não só para o aluno mas também para a própria instituição, que irá lidar com as inscrições escolares de forma mais estruturada.

Com o uso de um sistema automatizado, os lançamentos contábeis, a contabilização geral e a recompra de títulos aos quais as instituições de ensino superior têm direito são simplificados.

Qual a diferença entre FIES, ProUni e SISU?

O SISU é um sistema de seleção que tem como principal meta escolher candidatos para vagas disponíveis em universidades públicas que utilizem o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) em seus vestibulares.

O ProUni é um programa que também se vale do ENEM para conceder bolsas, parciais ou integrais, aos alunos de baixa renda.

Assim, pode-se constatar que o FIES é uma iniciativa mais abrangente, que lida com um alcance maior de viabilização e captação em diferentes âmbitos e etapas do ensino superior.

A Gennera ajuda a soluções que ajudam a fazer a gestão dos contratos provenientes de financiamentos como o FIES. Os contratos do FIES são geridos pelo software de gestão acadêmico onde é feita a aplicação do vínculo do FIES no financeiro do aluno para as devidas compensações e ressarcimento dos valores.

Nossas soluções controlam o financiamento proveniente do FIES como os financiamentos próprios e/ou através de convênios com instituições bancárias.

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